E os tempos de comédia do gajo — viste, pá?
Hugo Torres | Novembro 22, 2008 |

Fomos na quinta-feira assistir à que deverá ser a última encenação de Ricardo de Pais como director artístico do Teatro Nacional de São João — O Mercador de Veneza, de Shakespeare. Não me alongo nisto. Pensando que nada terei de fresco a acrescentar sobre o texto do velho William, dizer que é sempre apaziguador (apaziguador?) estar numa sala cheia e que, além de confirmar que, sim, senhor, António Durães (na foto) é um actor do caralho, há por ali um outro, um miúdo, a encher-nos o olho — Luís Araújo. Lembrem esse nome: Luís Araújo. Luís Araújo. Já o tínhamos visto em Platónov, encenação de Nuno Cardoso a partir do texto de Tchéckov. Está (mais do que) na hora de o chamar à primeira linha do elenco.
A peça, consta, deverá ser reposta em Janeiro.
Etiquetas: Anton Tchéckov > António Durães > Nuno Cardoso > Ricardo Pais > Teatro Nacional de São João > William Shakespeare
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