Os melhores discos nacionais do ano
Hugo Torres | Dezembro 30, 2008 |
Não me atreveria a escrever o título acima, se não fosse para remeter os prezados leitores para o incansável Rui Dinis, que nos últimos dias elaborou uma lista épica, com os 123 discos nacionais do ano. Adianto que no topo se encontram, por ordem decrescente, O Amor Dá-me Tesão/ Não Fui Eu Que Estraguei (ed. Turbina), trabalho de Foge Foge Bandido, que é como quem diz Manel Cruz a solo (e que ilustra bem o meu 2008 e as razões pelas quais nem me atreveria a escrever o tal título: ainda não o ouvi!); 40.02 (ed. Rastilho), dos peixe:avião; À Deriva (ed. Lisboa Records), dos Novembro; Lusitânia Playboys (ed. Dead & Company), dos Dead Combo; e, em quinto lugar, Maldoror (ed. Cobra), dos Mão Morta. Podem ler o resto da lista aqui.
De notar que só encontramos uma major no sexto posto, a Sony BMG, mas em parceria com a Enchufada, para editar Black Diamond, dos Buraka Som Sistema. Seguindo-se a iPlay em oitavo, por Canção ao Lado, dos Deolinda, e a EMI, em nono, por Sempre de Mim, de Camané. Última nota para as duas edições de autor que conseguem entrar nos 20 primeiros — de Noiserv (apesar de editar One Hundred Miles from Thoughtlessness em parceria com a Merzbau, em sétimo lugar), de Rose Blanket (Our Early Balloons, em 11.º) e do Projecto Fuga (01, em 18.º).
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